Espanha campeã mundial

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E eu perdi no bolão…

O campeão dos bolões

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Estou na maior ansiedade pela final da Copa do Mundo. Não que eu normalmente torceria por Holanda ou Espanha, mas é que posso ser campeão do quarto bolão consecutivamente!

Ganhei uma quantia considerável vencendo alguns: Paulistão de 2009, do Brasileirão de 2009 e Paulistão de 2010. Isso fez com que os organizadores proibissem a minha participação no bolão do atual campeonato brasileiro e da copa pelo mesmo grupo. Tive que procurar outra turma! rs

A regra do atual é a seguinte, apostam-se nos resultados dos jogos da primeira fase e em quem será o campeão e o vice. Os acertos de quem leva o caneco e quem volta chorando para casa valem 30 (para cada um). Estou em segundo lugar no momento, mas se a Espanha ficar com o vice ultrapasso o primeiro colocado.

Meu único medo é com um azarão em potencial. Ele é o décimo quinto colocado, mas se der Espanha como campeã ele fará 60 pontos, ultrapassando todo mundo e sobrando com 5 pontos na liderança. Quem em sã consciência apostaria em Espanha em primeiro e Holanda em segundo antes da Copa começar??

Maldito!!

A situação é a seguinte, é certo que quem está em primeiro perderá o título, pois se Holanda for campeão eu o ultrapasso. Se Espanha for campeão, vence o azarão. Mais do que ele ficar preocupado, estou eu, pois na pior das hipóteses levo apenas um prêmio de consolação…

Segunda-feira volto para expressar minha alegria ou tristeza.

oranje

AVANTE, HOLANDA!!

Revista Wide

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Recentemente fui contratado pela revista Wide para fazer a revisão de toda a edição. Fiquei bastante satifeito, pois assim é uma forma de ampliar meus clientes a um setor ainda novo para mim, uma vez que até então trabalhei basicamente com livros.

http___www.arteccom.com

E ótima sorte à revista, que está entrando com tudo no mercado.

Dica do dia

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(Ansioso pelo SWU!)

Manuais para condutores

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Finalizei hoje um longo projeto de revisão do catálogo da Flexpress Editora e Gráfica. Foram milhares de páginas, de  inúmeros livros e manuais destinados a condutores, como de empilhadeiras, motocicletas, automóveis pesados, etc. Essa editora me chamou a atenção porque é especializada em tal tipo de publicação. Bastante interessante.

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Ao entregar o último calhamaço de páginas revisadas, já me perguntaram sobre minha disponibilidade para mais trabalho ao final de julho. É assim que eu gosto!

Música do dia: ! (Pato Fu)

Virada Cultural Paulista 2010

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Infelizmente acabou. A ansiedade foi enorme, muita expectativa, e o evento valeu a pena. Queria que tivesse todo mês aqui em Marília.

Acho que fui a pessoa que mais aproveitou. Sábado às 18 já estava a postos. A primeira atração que vi foi o espetáculo Céu na Boca, com a Quasar Cia. de Dança. Na verdade, não gosto de dança, mas foi interessante mesmo assim.

Na sequência, circo, com“Felinos Adestrados”. Esperava mais. O número consistiu em um palhaço em pernas de pau “montando um burro”. Ele andava de um lado a outro tirando sarro das pessoas. Não funcionou.

Às 20 horas, no Clube de Cinema, assisti ao filme Tempos de paz, de Daniel Filho, com Tony Ramos e Dan Stulbach. Fenomenal! O melhor filme nacional que já vi, sem dúvida.

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Uma hora e meia depois, em frente ao palco principal, houve o número dos malabaris Saltimbembe Mambembancos. Número muito engraçado, contando com a participação (apreensão) do público.

A banda mariliense Partido dos Poetas Pobres fez um grande show. Já conhecia e sou fã da banda. Aprovo!

partido

Diretamente de Pernambuco, Sambê fez uma apresentação bem dançante. Infelizmente, detestei. Não é culpa dele, o problema sou eu.

Às 23 horas, Festival do Minuto, com os melhores vídeos de 2009, no Clube de Cinema. Todo ano, espero ansiosamente a exibição. Se você nunca viu, dê um jeito! Saí correndo ao final para pegar o início da primeira grande apresentação musical, Cachorro Grande!

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Como sempre, os gaúchos fizeram um excelente show e empolgaram o grande público presente. Acredito que havia mais de duas mil pessoas no local.

Finalizada apresentação, boa parte do público se deslocou para o ginásio do Tênis Clube, onde houve Humor de Salto Alto, um stand up com Andrea Barreto, Micheli Machado, Carol Zoccoli e Wanessa Morgado. A Carol é aquela baixinha que concorreu ao oitavo elemento do CQC. Muito engraçada a participação dela, assim como a de Wanessa Morgado. O destaque negativo foi Micheli Machado, ex-Angeliquete (?), que abusou de piadas prontas e de apelação sexual.

Fui para casa eletrizado tentar dormir um pouco, pois na manhã seguinte já teria mais atrações. Minha intenção era de estar às 10 horas na avenida, para conferir a fantástica Banda de Percussão da Legião Mirim de Marília, mas só tive forças para ver a Banda Marcial de Marília, às 11, e um grupo de capoeira, ao meio-dia.

Almocei e retornei às 14 horas, quando tive a grata surpresa de descobrir que a banda Sapato Baixo não era de forró universitário, e sim de rock. Muito animação. O repertório é aquele meia-boca de sempre, mas o carisma do vocalista faz o diferencial.

Na sequência, o grupo Circo Mímico realizou a performance Quixote. É uma nova visão sobre a obra de Miguel de Cervantes, já tão batida. Não gostei.

Às 15:30, na minha opinião o melhor de toda a Vira Cultural, os cariocas da banda de rockabilly Canastra. Foi es-pe-ta-cu-lar. Sem mais palavras. (é a banda do ex-Los Hermanos Rodrigo Barba)

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Para fechar o evento, Paralamas do Sucesso. Se esforçaram um pouco, mas não me animam mais como há dez anos, quando da última apresentação do grupo aqui na cidade.

Embora houve pouquíssimas atrações de que não gostei, foi perfeito. Atrações de qualidade para todos os gostos com muito profissionalismo da parte técnica. Só faltou a minha Fufis por aqui =/

Virada Cultural, até o ano que vem!

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(Recuperei este texto do meu antigo blog, linkado ao lado, por dois motivos: está esfriando; estou para fazer 30 anos. Impossível melhor ocasião para recuperar esta resenha, do meu filme favorito.)

Sabe quando você assiste a um filme, que normalmente não é uma mega produção, e quando ele termina bate uma saudade monstruosa do que acabou de ver, como se não quisesse que jamais terminasse? É disso que estou falando.

Cada pessoa tem seus filmes preferidos, e Brincando de seduzir (Beautiful girls) é o meu, em posição de destaque na estante. Você terá que ir a uma boa locadora para encontrar essa comediazinha romântica dramática lançada em 1996. Aliás, uma locadora que ainda tenha VHS, pois ainda não saiu em DVD. Vá, porque vale a pena.

Brincando de seduzir tem um roteiro ultrassimples e batido. Conta a história de alguns amigos que se encontram no aniversário de formatura da turma, coisa típica de americano. A grande sacada é que o filme não trata da festa, e sim dos losers em que se tornaram esses personagens.

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O início é de uma poesia cortante. Willie, o protagonista, interpretado magistralmente por Timothy Hutton, junta as gorjetas de sua noite como pianista. Despede-se do dono do bar e caminha entre o gelo e a neve do inverno americano em direção à rodoviária, a caminho de sua casa e de seu passado.

Ele está em dúvida, repensando os passos, sua história. Apostou seus sonhos em algo que não conseguiu realizar. A volta para casa é, também, uma volta ao início de sua trajetória, uma analise de “onde eu errei?” e “o que faço agora?”.

Tal retorno tem um quê de traumático, afinal só quem viveu em uma cidade pequena sabe: nada muda. Seus amigos, tão losers quanto ele, continuam os mesmos, para o bem e para o mal. Tommy (o básico Matt Dillon) é um limpador de gelo e continua dividido entre duas garotas (Sharon e Daryan – respectivamente Mira Sorvino e Darian Smalls). Paul, em uma excelente interpretação de Michael Rapaport, continua um moleque com zilhões de pôsteres de mulheres nuas nas paredes do quarto. E Mo (o ótimo Noah Emmerich) está casado. Todos eles beirando os 30 anos. Todos eles losers de carteirinha.

Mas, o filme não é sobre homens. É sobre garotas, belas garotas (como sugere o título original). E como essas belas garotas influenciam a vida dos nossos pobres amigos losers.

Willie volta para casa com uma dúvida cruel: casar ou não casar? Seis meses de namoro com uma advogada e lá está ele, na encruzilhada, sem nem sequer saber sobre si mesmo.

Marty (Natalie Portman – perfeita no papel), como uma Lolita de Nabukov, ou uma Joey de Kevin Willianson, sempre com a palavra certa na hora certa, é uma bela garota. Uma bela garota de… 13 anos. Só os diálogos de Willie e Marty já valem o filme.

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Gina (a genial Rosie O’Donnell) é outra suposta bela garota. Seu “solo” no supermercado explicando que homens sonham com modelos (irreais), mas casam com as normais (reais), consiste em outro grande momento.

E Andera (Uma Thurmam, indispensável), bem, é publicitária e renova a improvável equação “garota bonita e inteligente”. Frases como “tudo que eu preciso é de um cara que me chame de docinho na hora de dormir” ou “tudo que eu preciso à noite é de um dry martini e Van Morrison” ficam ressoando na cabeça durante dias.

A trilha sonora é excelente e centrada basicamente em standards americanos. Coisas como Me and Mrs. Jones, de Billy Paul, ou Sweet Caroline, de Neil Diamond, que rendem outros dos grandes momentos do filme.

Traz também belas canções perdidas no tempo, como Graduation day, do cavaleiro solitário Chris Isaak, I’ll miss you, do Ween, e uma dobradinha sensacional dos americanos dos Afghan Whigs, fazendo covers de duas canções — uma delas de Barry White —, com direito a ponta em um pub tocando a maravilhosa Be for real, para embalar a dança de Andera e Paul.

No geral, Brincando de seduzir é cinema sem pretensão, com o intuito único de mostrar as dificuldades da passagem tardia para a vida adulta. Consegue bem isso. Consegue divertir e fazer pensar.

Afinal, onde eu errei? O que faço agora? Sedução é brincadeira? O que é real? O que você imagina ou imaginava estar fazendo aos 30 anos? Isso é cinema.

Direção: Ted Demme. 1996. 113 min.

Música do dia: Sweet Caroline, Elvis Presley.

Sabe quando você assiste a um filme, que normalmente não é uma mega produção, e quando ele termina bate uma saudade monstruosa do que acabou de ver, como se não quisesse que ele jamais terminasse? É disso que estou falando.
Cada pessoa tem seus filmes preferidos e Brincando de Seduzir (Beautiful Girls) é um dos meus, em posição de destaque na estante. Você terá que ir a uma boa locadora para encontrar essa comediazinha romântica dramática lançada em 1996. Aliás, uma locadora que ainda tenha VHS, pois ainda não saiu em DVD. Vá, porque vale a pena.
Brincando de Seduzir tem um roteiro ultra-simples e batido. Conta a história de alguns amigos que se encontram no aniversário de formatura da turma, coisa típica de americano. A grande sacada é que o filme não trata da festa, e sim dos losers em que se tornaram esses personagens.

Trabalhando com governo federal

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Não comentei aqui  no blog antes, mas enfim encerrei um longo projeto de revisões para o governo federal. Fui contratado para corrigir e aprimorar o texto de inúmeros artigos científicos das áreas de pecuária e agrária.

Brasil_governo_logo

Foi uma experiência muito enriquecedora. Aproveito para agradecer a oportunidade e a confiança.

E as novidades são…

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E aí, pessoal! Como vão?

Vou bem. Apenas dei uma desinteressada por escrever nos últimos tempos. Preciso de férias. Sério mesmo.
Seis anos descansando apenas nas proximidades do Natal não é mole. Claro que isso rende bons frutos, senão não valeria a pena. Umas das últimas conquistas com a labutada constante foi que troquei de carro. Agora sim!

Mas é hora de desacelerar. Adoro trabalhar, mas um tempo para revigorar faz milagres. Infelizmente, não conseguirei tirar uns dias na época da Copa do Mundo. Seria perfeito. Ok, vamos adiando os planos. Quem sabe no fim do ano não valha mais a pena (não é, Fufis?).

Lembrando, a minha coluna no site Toscochanchada ainda existe (Futebol no Underground). Meu último post contém só jogadores bonitos, rs. Vale a pena conferir, mulherada. Aliás, o que vale realmente a pena conferir é o podcast do site. Simplesmente hilários.

Música do dia: Zero (Smashing Pumpkins)

Participação no Tosco Chanchada

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Galera, esta semana saiu minha participação no podcast Tosco Chanchada.

O episódio ficou hilário. Aconselho muito a baixá-lo / escutá-lo. Clique aqui.

Tema: A fina culinária trash. Eu sou a voz que define a culinária trash como aquilo que tanto homens quanto cachorros comem.

Bons ventos

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Trabalhar com o que gosta é muito bom. E ter trabalho com frequência, desses que você gosta, é raridade. Pois tenho sorte, então.

De um mês para cá, finalizei a revisão e a atualização de um dicionário, que será publicado no começo de 2010. Logo, divulgarei aqui uma imagem da capa. E uma gramática está no final do processo de revisão e organização.

Nesse meio tempo, ainda revisei um TCC de enfermagem, um de  fonoaudiologia e hoje começarei um de publicidade. Além disso, também houve trabalho para o site de duas empresas: Doctor Byte e BDF Látex.

Muito bom!

Felicidade

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Pieguice à parte, vou contar-lhes o que é felicidade.

Felicidade é tirar um cochilo de 20 minutos depois do jantar e não conseguir acordar porque está cansado do trabalho. Ao menos você está quentinho.

Felicidade é, no final de semana, comprar um pacotão de Doritos, para comer na segunda-feira assistindo ao CQC.

É poder fechar uma revisão gigantesca, que levará meses para ser finalizada, mas ter o respaldo em casa para trabalhar tranquilo.

É jantar esfirrinhas enquanto assiste a O Guia, no National Geographic.

É comer só uma das duas tortinhas de limão do Tauste.

É poder dormir dez minutos a mais e ainda ter seu café da manhã pronto.

É poder dar um presente caro sem se incomodar com o valor.

É abrir o Winamp e ver que ouviram Beirut enquanto eu não estava.

A complexidade está na simplicidade. A simplicidade é a felicidade.